Em cartaz em Washington, D.C.
Exposição Homelands, National Gallery of Art

National Gallery of ArtNational Mall

Homelands

Em cartaz27 de junho de 2026 – 1 de agosto de 2027Grátis

O que significa ter uma «terra natal» quando ela é moldada por deslocamentos, memória e mudança? East Building Mezzanine.

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Uma das obras é um barco de madeira com cerca de 3,7 metros de comprimento, pintado de laranja por dentro. Luis Cruz Azaceta viveu o furacão Katrina em Nova Orleães e cobriu o casco com o tipo de detritos deixados pela inundação: postes de cerca partidos, ratoeiras, componentes elétricos e uma vela improvisada com um remo e fio elétrico.

É uma das pouco mais de 20 obras da coleção da própria Gallery, expostas em três núcleos numa única galeria do mezanino. O percurso começa com o grande néon The Isle of Tears, de Claire Fontaine, sobre Ellis Island; passa por obras sobre a memória, como a pintura de Kay WalkingStick da margem norte do Grand Canyon; e termina com obras sobre o desejo de regressar à terra natal ou o afastamento dela. Entre os pontos de partida dos artistas estão Cuba, El Salvador, China e Índia.

Está na Gallery E214, no East Building Mezzanine, com entrada gratuita e sem necessidade de passe, até 1 de agosto de 2027. A galeria fecha a 11 de janeiro de 2027 para a substituição de obras em papel sensíveis à luz.

Não perca

  • O barco de Azaceta sobre o Katrina

    Procure um barco de madeira com cerca de 3,7 metros de comprimento, coberto de postes de cerca partidos, ratoeiras e pedaços de contraplacado. O interior está pintado de laranja, cor que Azaceta associa ao inferno.

  • ARK, de Azaceta

    Uma obra sobre a crise dos balseiros cubanos dos anos 1990: um autorretrato esquálido, com um braço transformado em remo; acima dele, Polaroids de balseiros e um tubarão pendem de cordas pintadas.

  • Retablo de janeiro de 1984, de Maravilla

    Uma cena pintada mostra um rapaz vestido de Transformer num campo de futebol e, sobre ele, uma mulher mascarada de cor-de-rosa a tocar um triângulo. A cena está dentro de uma moldura de formas pontiagudas, semelhantes a raízes.

  • As nove casas de Zarina

    Pequenas gravuras a água-forte, cada uma intitulada com o nome de uma casa que ela criou e os anos que lá viveu: de Banguecoque, em 1958, a um quarto de quatro tatâmis em Tóquio e, por fim, a Nova Iorque.

  • O mapa espelhado de Hank Willis Thomas

    Um mapa em aço inoxidável polido até ficar espelhado, no qual se vê refletido enquanto a obra pergunta o que significa terra natal para quem vive na diáspora.

Ideal para

  • Uma hora ou menos
  • Cultura barata
  • Dias de chuva

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