iVienna Secession (Secession)Innere Stadt
Folhas com os nomes de pessoas escravizadas que fugiram, cada uma com data, local e uma flor pintada, cobrem as paredes enquanto a voz de Ellis lê os nomes em voz alta.
Ao entrar no Graphisches Kabinett, vê-se as paredes moverem-se ligeiramente. Cada folha está presa por dois ímanes nos cantos superiores, por isso a corrente de ar provocada pela passagem dos visitantes faz com que se erga. Em cada uma, uma lista a carvão regista os nomes de pessoas escravizadas que fugiram entre 1673 e 1886, com a data e o local da fuga, emoldurados por flores desenhadas a pastel de óleo.
Há uma folha para cada dia do período abrangido pelo calendário. Ellis começou a recolher os nomes em 2020, a partir de anúncios de «escravos fugitivos» publicados nos jornais por quem os escravizava, pesquisando arquivos em 13 países, da Jamaica ao Brasil. Uma gravação da voz de Ellis descreve a sala e lê os nomes atribuídos a cada dia. A Secession aponta dois modelos: o Vietnam Veterans Memorial, de Maya Lin, e a capela de Matisse em Vence.
A exposição ocupa uma única sala no primeiro andar. A entrada custa 13 € (7,50 € para estudantes com menos de 26 anos; gratuita para menores de 12) e dá acesso a todas as exposições em cartaz; no dia 4 de novembro, a entrada é gratuita. No dia 13 de novembro, às 16h30, uma palestra-performance sobre gaguez e sotaques, com transcrição em direto, acompanha a exposição.
As folhas presas por ímanes
Cada folha de papel está presa apenas por ímanes nos dois cantos superiores, por isso todo o calendário se agita com a corrente de ar criada pelos visitantes ao percorrerem a sala.
Nomes emoldurados por flores
Observe de perto as listas a carvão com nomes, datas e locais de fuga, cada uma rodeada por flores desenhadas a pastel de óleo.
Ellis lê os nomes
Uma gravação sonora é reproduzida na sala: a voz de Ellis descreve a instalação e lê em voz alta os nomes atribuídos a cada dia.
Os exemplares que pode manusear
Há exemplares das páginas do calendário dispostos para que os visitantes lhes possam tocar e lê-los de perto.
Precisa de acesso sem degraus: a sala no primeiro andar não tem elevador, embora estejam disponíveis exemplares das folhas.
A entrada é gratuita para crianças com menos de 12 anos.