iMuseu Nacional de História Natural e da CiênciaPríncipe Real
Uma viagem imersiva por 1 200 m² através de dez ecossistemas portugueses: suba uma montanha, desça a uma gruta e mergulhe no oceano, entre plantas, animais e fósseis.
Perto do final, passa por baixo de uma baleia-comum de 12 metros, suspensa sobre a sala do oceano. É uma reprodução de um exemplar jovem; o guia do museu explica que um adulto pode atingir o dobro desse tamanho. Antes de chegar até ela, sobe por uma encosta onde encontra um bufo-real pousado numa saliência rochosa e um lobo-ibérico, seguindo depois o curso de um rio até à costa.
O percurso atravessa dez ecossistemas portugueses ao longo de 1 200 m², da cidade aos Açores e à Madeira, recriados com cenários, vídeo e som, bem como exemplares e modelos de mais de 140 espécies. Começa numa secção urbana dedicada aos pombos, morcegos e baratas com que partilha Lisboa. Pelo caminho, os mapas assinalam as áreas protegidas onde cada paisagem existe; no final, um ecrã interativo ajuda a escolher uma delas.
Os animais são exemplares conservados ou modelos; a visita dura entre 45 e 60 minutos. A exposição fica no primeiro piso, está incluída no bilhete do museu, tem entrada gratuita aos domingos, das 10h00 às 13h00, e está patente até 31 de dezembro de 2026.
A jovem baleia-comum
Olhe para cima na sala do oceano: suspenso sobre si, encontra um modelo de 12 metros de uma baleia-comum jovem, com metade do comprimento que um adulto pode atingir.
O bufo-real na saliência rochosa
Na montanha, um bufo-real pousa num afloramento rochoso, com os penachos auriculares e os olhos cor de laranja, enquanto se ouve o seu chamamento: «uhu-uhu».
O lobo e o fojo
Um lobo-ibérico está junto a um fojo, uma armadilha construída pelas pessoas para capturar lobos. Um vídeo explica que os lobos atacam os rebanhos porque as presas selvagens estão a escassear.
A pegada de megalossauro
Na secção dos sobreiros e das azinheiras, um modelo mostra uma grande pegada deixada na lama por um dinossauro carnívoro, perto de um javali sob uma azinheira à escala real.
A tarântula das Desertas
Na secção das ilhas, encontra uma tarântula que vive apenas na Deserta Grande, ao largo da Madeira.
Cerca de 60 min
Procura animais vivos: todas as plantas e todos os animais são exemplares conservados ou modelos.
No terceiro domingo de cada mês, das 10h00 às 13h00, uma sessão descontraída e gratuita reduz o volume do som e a intensidade da iluminação, para famílias com crianças pequenas e visitantes sensíveis ao ruído. No mesmo piso há fraldário e uma casa de banho acessível; os utilizadores de cadeira de rodas devem pedir a plataforma na bilheteira.
iFundação Arpad Szenes – Vieira da Silva
iAtelier-Museu Júlio Pomar
iCasa Fernando Pessoa