iMAC/CCB – Museum of Contemporary Art and Architecture CentreBelém
Exposição individual das narrativas vertiginosas de Francisca Carvalho, construídas a partir da combinação de múltiplas fontes e articuladas num vocabulário visual rico e singular.
Prévia: escrita antes da abertura da exposição
Em 2018, Francisca Carvalho viajou ao Rajastão e a Gujarat com bolsas da Fundação Oriente e da Gulbenkian para aprender como se criam os padrões dos tecidos indianos: com tintas naturais, impressão manual com blocos e kalamkari, uma técnica de pintura sobre tecido com tintas naturais. Esta investigação, a par das suas experiências com vidro, é uma das vertentes desta exposição individual.
O restante da exposição reúne uma ampla seleção de obras em papel. Nascida em Coimbra, em 1981, Carvalho estudou filosofia e artes plásticas, e constrói as suas imagens a partir de símbolos que recolhe de outras fontes. As referências que enumera vão das bandas desenhadas dos anos 1930 e da pop art americana às iluminuras medievais. O visitante percorre, assim, colagens, desenhos, padrões, textos, pinturas e têxteis que cruzam todas essas influências.
A exposição está no Piso -1 e pode ser visitada até 23 de maio de 2027, com o bilhete normal do museu, a 15 €. A inauguração, a 2 de dezembro, às 19h, é gratuita. É precedida, às 18h, por uma conversa no auditório com Carvalho, Neïl Beloufa e os curadores. A exposição de Beloufa inaugura no mesmo dia.
iMAAT – Museum of Art, Architecture and Technology
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