Em cartaz em Viena
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Weltmuseum WienInnere Stadt

Cena do crime em Éfeso: Cleópatra e Roma (Crime Scene Ephesus: Cleopatra and Rome)

Em cartaz20 de outubro de 2026 – 29 de março de 2027Ingresso pago (veja o site)

Uma exposição da KHM sobre o assassinato por desvendar que está na origem de um túmulo octogonal em Éfeso, tendo como pano de fundo Cleópatra, César, Marco António e Augusto. Na Neue Hofburg.

Mais em Viena

Em 1929, arqueólogos austríacos encontraram um esqueleto num túmulo octogonal em Éfeso. Mais tarde, afirmou-se que seria Arsinoé IV, meia-irmã de Cleópatra, assassinada naquele local em 41 a.C. Em janeiro de 2025, uma análise de ADN da Universidade de Viena revelou que se tratava de um rapaz de 11 a 14 anos. É neste caso ainda por resolver que a exposição o coloca: a primeira sala apresenta uma reconstrução multimédia do túmulo.

O assassinato serve de chamariz, mas a exposição depressa passa a outros temas. Cerca de 100 objetos, aproximadamente metade cedidos por empréstimo por instituições como as de Berlim, o Louvre, o British Museum e o Met, abordam a dinastia de Cleópatra, Alexandria e a forma como o Egito transformou Roma. Paula Pfoser, da ORF, considerou que a exposição tem menos de «true crime» do que promete a divulgação, chamando-lhe «um pouco de isco e troca», e que ganha mais como história cultural.

Os bilhetes custam a partir de 19 € e incluem uma visita ao Ephesos Museum, no mesmo edifício, onde se encontram as colunas originais do túmulo. Está também incluído o drama áudio, com cerca de uma hora, em que Dörte Lyssewski interpreta Cleópatra. A entrada é pelo Weltmuseum; à terça-feira, o museu está aberto até às 21h.

Escolha da redação

Durante muito tempo, disse-se que o esqueleto do octógono de Éfeso era de Arsinoé, irmã de Cleópatra; mais tarde, a análise do ADN revelou que se tratava de um rapaz de 11 a 14 anos. A ORF considerou a exposição menos próxima do género *true crime* do que anunciava e mais rica como história cultural.

Não perca

  • A Gemma Augustea

    Procure Augusto entronizado ao lado da deusa Roma, posando como Júpiter no meio da família e dos deuses. A peça foi gravada em ónix por volta de 9 a 12 d.C. e está em mãos dos Habsburgo desde o século XVI.

  • O César verde

    Cabeça de retrato de Júlio César, esculpida em pedra verde e cedida por empréstimo pelos Staatliche Museen zu Berlin.

  • Cleópatra em mármore

    Cabeça de retrato romana da rainha, produzida no terceiro quartel do século I a.C., ainda em vida de Cleópatra e cedida por empréstimo por Berlim.

  • O camafeu dos Ptolomeus

    Um camafeu helenístico em ónix, gravado através de dez camadas de pedra entre 278 e 269 a.C., ainda montado no suporte do século XVI.

  • Retrato de múmia de uma mulher com colar

    Pintado sobre madeira com cera quente e pigmentada entre 161 e 192 d.C., apresenta um rosto ao estilo romano, criado para um enterramento egípcio.

Ideal para

  • Visitas noturnas
  • Primeira visita
  • Nerds de carteirinha

Evite se

Procura uma história de «true crime»: a crítica da ORF considera que o assassinato serve sobretudo de chamariz para uma exposição de história cultural.

Com crianças

Um livreto gratuito para crianças dos 6 aos 10 anos acompanha Biti, a abelha, por Éfeso, Alexandria e Roma, com perguntas como esta: porque é que tantas estátuas antigas perderam o nariz?

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