iNezu MuseumMinami-Aoyama
Exposição especial de sumptuosos trajes de dança cortesã Bugaku, provenientes de templos e santuários como Amano-sha e Rinnoji, alguns dos quais são apresentados pela primeira vez em décadas.
Trajes Karyōbin vermelhos e azuis de Rinnōji, em Tochigi, são apresentados pela primeira vez em quatro décadas. As cores funcionam como um código: o vermelho assinala danças de origem chinesa, o azul, as da Península da Coreia.
A exposição reúne trajes de dança cortesã Bugaku dos séculos XIV a XVII, acompanhados por pinturas que mostram como cada peça era usada. A visita começa com o Maie, um rolo de danças anterior à divisão do Bugaku em lados esquerdo e direito. Um ryōtō tecido com peónias douradas foi oferecido a Amano-sha em 1378 e é o mais antigo ryōtō de brocado dourado que sobreviveu completo. Ainda conserva as peónias; o casaco de lã polar que comprou em 2019 já está cheio de borbotos.
A Galeria 1 apresenta os trajes de Amano-sha e Shitennōji; a Galeria 2, os de Rinnōji. Os bilhetes com hora marcada, comprados online, custam ¥1.600 (¥1.800 à entrada); para estudantes, ¥700; a entrada é gratuita para alunos do ensino secundário e mais novos. Em dias de maior afluência, poderá não haver bilhetes à venda no próprio dia. Encerra às segundas-feiras, exceto a 23 de novembro, último dia da exposição. Aberto das 10:00 às 17:00, última entrada às 16:30.
Trajes de dança cortesã Bugaku cedidos por templos e santuários, entre eles Amano-sha e Rinnoji; alguns são exibidos pela primeira vez em décadas.
Trajes Karyōbin vermelhos e azuis
Um traje vermelho e outro azul de Rinnōji, em Tochigi, apresentados pela primeira vez em quatro décadas.
Ryōtō com peónias, de 1378
Um tabardo sem mangas, de azul profundo, tecido com motivos de peónias douradas em volutas e guarnecido com borlas, cedido pelo Museu Nacional de Tóquio.
Suikan com rosas e ponte
Traje datado de 1454, proveniente de Kongōbuji e bordado com rosas e uma ponte.
Máscara Ryōō
Máscara do período Kamakura, coroada por um dragão com as quatro patas, esculpida num único bloco de cipreste, com olhos móveis e maxilar pendente.
Pintura de Raryōō
Uma pequena pintura do século XV mostra uma criança a dançar Raryōō sem máscara, com um ryōtō de peónias douradas sobre uma veste vermelha, revelando como as peças eram usadas.
A entrada é gratuita para alunos do ensino secundário e mais novos, mediante apresentação de documento de identificação.