iNorton Simon Museum · Pasadena
A ambiciosa pintura de Manet, quase em tamanho natural, que retrata a execução do imperador Maximiliano por um pelotão de fuzilamento, em 1867, emprestada pela National Gallery, London.
Prévia: escrita antes da abertura da exposição
Manet retirou o imperador da própria pintura. Eliminou as figuras mais à esquerda, Mejía e Maximiliano, deixando de Maximiliano apenas uma mão que segura a do general Miramón. Após a morte de Manet, em 1883, os herdeiros recortaram o restante da tela e venderam os fragmentos separadamente. Degas comprou-os e voltou a reuni-los numa única tela.
Com 193 por 284 cm, essa tela é a segunda de cinco versões que Manet fez da execução de Maximiliano por um pelotão de fuzilamento, em 1867. Arquiduque austríaco, Maximiliano tornara-se imperador do México. A National Gallery, London, comprou a obra no leilão do ateliê de Degas, em 1918, e a emprestou para esta exposição. Ao redor dela estão expostos materiais de arquivo do Getty Research Institute sobre a ocupação francesa do México e a circulação de imagens de Maximiliano e seus associados após a morte deles.
A exposição está incluída no ingresso do museu (US$ 20 para adultos). O museu abre de quinta a segunda-feira, das 12h às 19h às sextas e aos sábados, e fecha às terças e quartas-feiras.
A pintura de Manet, quase em tamanho natural, que retrata a execução do imperador Maximiliano por um pelotão de fuzilamento em 1867, emprestada pela National Gallery, London, ao Norton Simon, em Pasadena.
Os fragmentos reunidos
Os fragmentos do pelotão de fuzilamento, vendidos pelos herdeiros de Manet, estão reunidos numa única tela, na composição concebida por Degas.
A mão que segura a de Miramón
Após o recorte feito pelo próprio Manet, o imperador é representado apenas pela mão que segura a do general Miramón.
O arquivo do Getty Research Institute
Documentos sobre a ocupação francesa do México na década de 1860 e sobre a circulação de imagens de Maximiliano e seus associados após a morte deles.