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Por ocasião do 150.º aniversário da Caixa Geral de Depósitos, novas aquisições da sua coleção de arte entram em diálogo com obras já existentes. O título é da autoria da poeta Adília Lopes.
Prévia: escrita antes da abertura da exposição
O título é um verso da poeta Adília Lopes, em torno do qual o museu concebe a exposição: obras sobre reconhecer um problema, observar um conflito agravar-se e procurar uma saída. Até agora, Culturgest identificou uma única obra: Kiss, de Adriana Proganó, de 2020.
A exposição assinala o 150.º aniversário da Caixa Geral de Depósitos. Obras recém-adquiridas estão expostas na Gallery 2, em diálogo com peças mais antigas da coleção do banco, que, segundo a Culturgest, reúne cerca de 1 800 obras de pintura, desenho, escultura, fotografia, vídeo e instalação. A exposição ainda não abriu, pelo que não há críticas.
A maioria dos bancos assinala 150 anos com uma caneta comemorativa; este comprou arte. A entrada custa 4 € e é gratuita aos domingos. A inauguração é sexta-feira, 13 de novembro, às 22h. Há visitas guiadas aos sábados, às 16h: 21 de novembro e 20 de fevereiro, com Ana Gonçalves; 5 de dezembro e 30 de janeiro, com a curadora Filipa da Rocha Nunes e em Língua Gestual Portuguesa; e 13 de fevereiro, com audiodescrição.
A Caixa Geral de Depósitos faz 150 anos e apresenta novas aquisições da sua coleção de arte ao lado de obras que já possuía. O título, da poeta Adília Lopes, é arrojado para um banco: «Heaven on Earth Cannot Wait».