iMuseum of the African Diaspora (MoAD) · Yerba Buena / SoMa, San Francisco
A artista emergente Dorian Reid conta a história da sua Black Cat Revolution por meio de cerâmicas, cartazes de protesto, bandeiras e performance, estabelecendo uma ligação entre a história dos Black Panthers e o bem-estar animal.
À entrada, o gato preto surge como artista, vizinho, testemunha, encrenqueiro e amigo — um animal que, há séculos, é alvo de superstições. A gata de Dorian Reid chama-se Black Beauty, e foi ela que deu início a tudo.
As cerâmicas, gravuras, bandeiras e cartazes de protesto contam a história da Black Cat Revolution, um clube fundado por Reid em 2024 para combater o preconceito e angariar fundos para gatos e membros da comunidade. «Estou a criar a minha própria história negra com gatos», diz ela. As brincadeiras assentam numa história familiar real: Reid cresceu em Berkeley, filha da historiadora Betty Reid Soskin, e a família era proprietária da Reid's Records. A exposição permanece aberta até ao Halloween, a única semana do ano em que os gatos pretos são retratados como vilões em todas as varandas.
Esta é a primeira exposição individual de Reid num museu, na galeria do piso 2, e ainda não há críticas publicadas. A entrada está incluída no bilhete do museu, que custa 15 dólares (7 dólares para seniores, estudantes e profissionais da educação). Às quintas-feiras, o museu está aberto até às 20h, e a entrada é gratuita no segundo sábado de cada mês.
Crianças menores de 12 anos não pagam, e a entrada é gratuita para todos no segundo sábado de cada mês.