iFondazione Memmo · Campo Marzio
A primeira grande exposição institucional da pintora zimbabuense Portia Zvavahera na Itália: uma instalação concebida especificamente para o espaço e um novo conjunto de pinturas criadas durante uma residência em Roma, explorando a memória, o luto e a transcendência.
Zvavahera já tinha pintado azulejos no seu estúdio, mas nunca os tinha exposto. Aqui mostra-os pela primeira vez: azulejos pintados à mão, um a um, que retratam a avó no céu, novamente rodeada pela família.
A avó morreu um ano antes da exposição e continua a aparecer nos sonhos de Zvavahera. Feitas após uma residência em Roma, as novas pinturas acompanham, lado a lado com flores e figuras humanas, a doença e a morte. Ganham forma através de pinceladas, xilogravura e estênceis recortados à mão, em tons de vermelho, roxo, verde e amarelo. Vemos figuras a flutuar em amplos campos brancos; o curador, Alessio Antoniolli, descreve esse branco como uma nuvem onde tudo está em transição.
É a primeira exposição institucional de Zvavahera na Itália, depois de exposições individuais no ICA Boston e na Fondation Louis Vuitton. A mostra ocupa as antigas cavalariças do Palazzo Ruspoli. A entrada é gratuita, não é necessário reservar. Aberta diariamente das 11h às 18h, exceto às terças-feiras, até 1 de novembro.
A pintora zimbabueana Portia Zvavahera realizou estas pinturas durante uma residência artística em Roma; estão expostas juntamente com uma instalação concebida para o local nas antigas cavalariças do Palazzo Ruspoli. A sua primeira exposição institucional em Itália aborda a memória, a perda e a transcendência. Entrada gratuita.
Os azulejos pintados à mão
Procure os azulejos que Zvavahera pintou um a um, uma técnica que nunca tinha exposto, retratando a avó no céu com a família reunida.
As pinturas sobre a doença da avó
Procure as telas que acompanham, etapa por etapa, a doença e a morte da avó: as obras mais pessoais da exposição.
Procura uma tarde leve: todas as obras giram em torno do luto da artista pela avó.